A Nossa Abordagem, Metodologia Human Touch

Cada conflito tem uma história. Por trás de números, contratos e posições jurídicas, existem pessoas com necessidades, medos e aspirações. A nossa abordagem reconhece esta dimensão humana como o ponto de partida para qualquer resolução sustentável.

Combinamos formação avançada em mediação com competências em negociação, comunicação não violenta, e mediação multidisciplinar. O resultado é um processo que não se limita a resolver o conflito imediato, mas que fortalece as relações para o futuro.

Trabalhamos com um princípio fundamental: as melhores soluções são aquelas que as próprias partes constroem. O nosso papel é criar as condições para que isso aconteça.

Princípios Fundamentais

Confidencialidade

Tudo o que é partilhado no processo de mediação é absolutamente confidencial. Nada pode ser usado fora deste contexto, incluindo em tribunal.

Imparcialidade

O mediador não toma partido. Não decide quem tem razão. Facilita o diálogo de forma equilibrada, garantindo que todas as vozes são ouvidas.

Voluntariedade

A mediação é sempre voluntária. Qualquer parte pode desistir a qualquer momento, sem consequências.

Autodeterminação

As partes mantêm o controlo total sobre o resultado. O acordo só existe se ambas concordarem livremente.

A Equipa

Jorge Figueiredo, Mediador e Fundador

Mediador de conflitos acreditado na DGPJ. Formado em Conflict Resolution pela Cornell University, em Negotiations pela Harvard Law School, e Negotiation program Harvard Business School, fundou a Human Touch em 2019 e atua como mediador nos Julgados de Paz da Área Metropolitana de Lisboa.

Formação e experiência

Os mediadores da Human Touch são certificados e têm formação avançada em resolução de conflitos por instituições internacionais de referência (Cornell University, Harvard Law School), em Direito pela Universidade de Coimbra, e em Gestão. Atuam como mediadores nos Julgados de Paz e têm experiência prática em conflitos interpessoais, familiares, patrimoniais, e em organizações empresariais.

Quando a mediação não é adequada

A mediação não é adequada quando existe violência, coerção, ou quando uma das partes não tem qualquer disponibilidade para dialogar. Também não substitui a intervenção judicial quando há questões de direitos fundamentais, incapacidade legal, ou necessidade de medidas urgentes de protecção.

A Human Touch é transparente nesta avaliação: se a mediação não for o caminho adequado, diremos isso na triagem e orientaremos para outros recursos.